
Pare de lutar com o processo de revenimento do vidro
Se a distribuição do calor não for correta, o vidro vai falhar. É simples assim.
Imaginem que um lado da folha de vidro atinja 620°C, enquanto o outro lado fica em torno de 590°C. É assim que ocorrem distorções ópticas ou fissuras causadas por estresse. Geralmente, o culpado é a “variação nas lâmpadas”. Isso acontece quando as lâmpadas IR indicadas no rótulo na verdade emitem potências completamente diferentes.
Garantir uma distribuição uniforme de calor
Usamos lâmpadas IR de onda curta com alta consistência, pois elas atingem diretamente a superfície do vidro.
Quando se produzem grandes quantidades de vidro, uma diferença de 10% entre as lâmpadas A e B é um desastre. É aí que surgem as áreas com menor temperatura. Nós ajustamos essas tolerâncias para que cada tubo emite a mesma quantidade de energia. Assim, a densidade de calor fica uniforme em toda a superfície do vidro, fazendo com que ele amoleça da maneira correta.
O aspecto técnico dos equipamentos
Usamos tubos de halogéneo de quartzo de alta potência. A grande vantagem é a velocidade: há um aquecimento rápido, o que significa que não há desperdício de energia para aquecer todo o forno apenas para esquentar o vidro.
Mas há um problema: aplicar tanta energia em um espaço pequeno exige que os painéis elétricos sejam capazes de suportar esse aumento de carga. Se os fios forem muito finos, haverá quedas de tensão. E, se isso acontecer, toda a precisão obtida será perdida.
Como fazer isso funcionar na sua fábrica
A boa notícia é que essas lâmpadas podem ser substituídas facilmente. Usamos conectores padrão, então você pode trocá-las rapidamente durante os períodos de parada, sem complicações.
Porém, é preciso ter cuidado: essas lâmpadas são sensíveis à tensão. Se a rede elétrica da sua fábrica for instável, será necessário usar um estabilizador de tensão.
Até a melhor lâmpada do mundo não consegue compensar uma tensão irregular. Garanta que a tensão elétrica seja estável, e as lâmpadas farão o resto.